quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Arquitetonicamente manchado de sangue(09/01/09)

Oscar Niemeyer é famoso por suas obras arquitetônicas feitas especialmente com o dinheiro do contribuinte. Vive hoje com seus 101 anos de forma bastante cômoda, e por que não dizer, incrivelmente rica e “burguesa” para seus próprios padrões morais e políticos. Dado límpido é que ele sempre foi um grande divulgador da causa comunista. Niemeyer, contudo, fez em sue ultimo artigo na “Folha de São Paulo” o que muitos esquerdistas há tempos tinham vergonha de fazer (ou o faziam de forma subliminar, tirando um ou outro doido varrido), e com razão: a apologia ao camarada Stalin.

A história já consumou o “Grande Irmão” como um genocida carniceiro há tempos. O seu comando manchou de sangue a Rússia antes, durante e depois da revolução, matou milhões de pessoas de fome em algumas dos países que sofreram golpes comunistas, como a Ucrânia, ajudou a armar o exército de Hitler, com quem a União Soviética consumou o tratado de não agressão, e juntamente com os nazistas, ocupou e ajudou a dilacerar a honra e o legado da Polônia. Toda essa folha corrida de crimes ainda não leva em consideração o apoio financeiro que seu partido dava a revolucionários assassinos ao redor do mundo.

Ainda assim, o “camarada” Oscar não pensa duas vezes antes de mostrar que existe um livro que está “reabilitando” (SIC) a figura de Stalin na Europa- mostrando como enquanto jovem, ele era uma figura que se importava com filosofia, cultura e arte. Vale à pena lembrar que quando jovem, o já citado Aldolf discutia filosofia no front da 1ª Guerra Mundial, e, apesar de toda sua maldade e doença, ele era um homem incrivelmente inteligente.

O arquiteto tem direito a pensar como quiser, mas como pessoa que cresceu na vida financeiramente através de contratos para criação e execução de obras públicas (Ou seja, com o suado imposto que foi pago nesses últimos 101 anos por nós e nossos malditos familiares reacionários e pequeno-burgueses), defender um genocida e uma ideologia manchada de sangue e ódio pela liberdade individual é desrespeito à inteligência.

3 comentários:

Thais disse...

Ah, eu vi esse livro aí, foi lançado na Bienal. Tenho vontade de ler só pra ver o que se passava na cabecinha do rapaz. Tô lendo um agora que te daria coceiras: A Ilha, do Fernando Morais, sobre Cuba. Eu tenho medo!

Bjs!

Anônimo disse...

Ah, eu vi esse livro aí!!!
Tenho vontade de ler só pra ver o que se passava na cabecinha do rapaz.
Incrivel como hoje em dia ainda existe pessoas q acreditam mesmo que aquela ideologia maldita é algo bom.
Como você disse é um desrespeito a inteligência!

Anônimo disse...

Esqueci de completar...


Ah, eu vi esse livro aí!!!
Tenho vontade de ler só pra ver o que se passava na cabecinha do rapaz. (2)

HAUAHUAHUAHUA